Só seguir o link.
Gente! Este blog é o antigo! Todos os textos que estão aqui já foram transferidos para o Novo blog.
Ele continua nesse link aqui: www.namesmachuva.blogspot.com. Só seguir!
Você deve ter chegado nele através de um link pelo orkut.
A justificativa é que o orkut remove os links do blogspot para forçar seus usuários de por os feeds no orkut. Eu não quero que o meu blog seja lido pelo orkut, então fiz essa ponte.
Escrito por Mariana Martins às 12h49
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Chuva de containers.
http://namesmachuva.blogspot.com/
Agora vocês só me encontram aí.
Categoria: Link
Escrito por Mariana Martins às 23h43
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Taras de biólogos são assassinas II...
Escrito por Mariana Martins às 21h41
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O biólogo-cartunista.
Dos muitos cartunistas que dão o ar da graça nas tirinhas da Folha Ilustrada, um, indubitavelmente talentoso, é Fernando Gonsales.
O cara tem uma perspicácia muito grande para fazer humor. Raro uma tirinha sem contexto ou sem graça, como é comum em muitas das que são publicadas nesse jornal.
Lógico que, a imparcialidade me acomete nesse julgamento. As tirinhas são recheadas de conhecimentos biológicos.
Fernando Gonsales é formado em Veterinária e Biologia pela USP. Mas não é na biologia implícita dessas tirinhas que encontramos o segredo da qualidade do trabalho de Fernando. Ele realmente tem um talento especial para usar de pequenos detalhes e transformá-los em humor.
Todos os animais deviam ficar com medo desse talento. Principalmente nós humanos, que somos, na maioria das tirinhas, questionados de nossa superioridade sobre outros animais.
Falando em humanos, o próprio cartunista escreveu num site: “Com uma população de 6 bilhões no mundo, alguns humanos acabam entrando em histórias só de animais. Aliás, quem disse que humano não é animal?”.
Lendo um pouco mais sobre Fernando, contudo, pude ratificar a regra de que “todo biólogo é doido”. Na wikipédia fala que esse biólogo-cartunista criou uma pulga quando era criança. Ele alimentava o inseto com seu próprio sangue, encostando o vidrinho que o continha na barriga.
Por essa admiração tamanha que eu tenho pelo trabalho desse homem e pela proximidade de locura que eu encontro em semelhante com ele, vou, sempre que puder, publicar algumas tirinhas nesse blog.
Hoje eu deixo para vocês quatro tirinhas da barata, quer dizer, do barato Fliti.
Fernando nos apresenta esse personagem: “As baratas agüentam radiações maciças, altas temperaturas, pressões absurdas. Mas o barato Fliti curte mesmo um bom Baratox de ação prolongaaaaaaaada.”
Enjoy.

Escrito por Mariana Martins às 18h22
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Um pouco de miopia e um copo de água pura.
Encontrar um velho amigo na rua de repente pode ser um evento agradável para muitas pessoas. Não para o míope.
Normalmente, quando duas pessoas muito conhecidas se encontram ao longe, elas já se abrem num sorriso receptivo e quando muito, correm para promover um encontro. Com o míope o encontro é meio pela metade. Uma pessoa só sorri. Não é o míope é claro, porque ele não enxerga ninguém à distância.
Engraçado mesmo é quando vem um ser frenético na direção do míope e ele só o percebe minutos antes de ser sufocado com um abraço. O míope pensará assim: “Que assédio é esse meu Deus?!”.
Às vezes o míope é chamado de mal educado. Um anti-social que não faz questão das pessoas.
Em razão do ultraje, da afronta aos míopes desse Brasil, senão do mundo, venho, como representante legal dos afetados por miopia, redigir um manifesto em defesa de nossas ações.
Em primeiro lugar, o míope não é cego. Nem quase isso. Muito pelo contrário, míopes têm super visão. Uma visão em que as imagens se formam antes da retina. Ou seja, as imagens são mais apressadinhas para se formarem. Elas têm o poder de otimizar a distância do olho.
Não são poderes mágicos não, mas fazem grandes milagres algumas vezes. Querem ver?
Míope segue a risca essa coisa de analisar a beleza interior das pessoas. Porque o míope enxerga todo mundo bonito, quando enxerga. Digamos que o vulto que ele enxerga esconde as espinhas do rosto e demais defeitos mínimos aparentes.
Se todo mundo fosse míope ninguém se preocuparia muito com beleza.
Míope aproveita melhor seu tempo e tem mais auto-estima. Beleza é perda de tempo e não ser belo fere a auto-estima.
0,2 % da população mundial (mais uma estatística que eu invento) são naturalmente belos fisicamente. O resto das pessoas ficam belas só quando se arrumam ou se cuidam.
Se arrumar e se cuidar gasta tempo e dinheiro. Quem é míope não precisa se preocupar com isso. O míope não vê meleca no nariz, não vê estria, não vê se cicrano está ou não de chapa, não vê que olho do fulano é torto, não vê que a unha do pé está mal feita... E convenhamos, ver essas coisas é realmente importante?
Viva a miopia! Benditas sejam as pessoas que nasceram ou adquiriram a graça natural de não ligar paras imperfeições físicas do ser humano.
Escrito por Mariana Martins às 12h34
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“Um dia desses, num desses encontros casuais”

Um pouco de poesia e literatura numa tarde insólita da capital de Minas. Com certeza faria bem a qualquer um de nós. Mas o prazer é para poucos. Só para os têm bons contatos e tempo de se deliciar numa prosa como a que aconteceu nesse dia.
Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Hélio Pellegrino e Otto Lara Resende. Os amigos que serviram de inspiração para compor o livro “O encontro marcado” foram os personagens dessa ociosa tarde. Só sol do pós-meio-dia atrapalhou o nobre encontro.
A menina do interior foi muito bem recebida pelos quatro escritores. Apresentaram-lhe a Praça da Liberdade. Não deram muita atenção à curiosidade da garota em conhecer a Biblioteca Municipal. Compreensível. Eles eram bibliotecas vivas.
O simples cão que passou perto de nós motivou poesia. Paulo se assustou com o cachorro e disse:
"A meu avô Cesário devo este horror pelos cães, o pescoço musculoso, o riso acima de minhas posses, o pressentimento de uma velhice turbulenta (...)
(...) A minha avó Margarida, a maneira leve de pisar e fechar portas.
A Minas Gerais, a minha sede, o jeito oblíquo e contraditório, os movimentos de bondade (todos), o hábito de andanças pela noite escura (da alma, naturalmente), a procrastinação interminável, como um negócio de cavalos à porta de uma venda." (Meditações Imaginárias)
Nenhum dos presentes - exceto a menina que se alagava no próprio suor - se incomodavam com o sol. Pareciam ser de ferro e tinham uma disposição estranha para permanecerem naquele lugar o tempo que fosse.
Hélio Pellegrino veio confirmar essa intenção de ficar ali noite adentro. Apostava que a garota só suportaria o sol do meio dia:
“Quanto você faz 20 anos está de manhã olhando o sol do meio dia. Aos 60 são seis e meia da tarde e você olha a boca da noite. Mas a noite também tem seus direitos. Esses 60 anos valeram a pena. Investi na amizade, no capital erótico, e não me arrependo. A salvação está em você se dar, se aplicar aos outros. A única coisa não perdoável é não fazer. É preciso vencer esse encaramujamento narcísico, essa tendência à uteração, ao suicídio. Ser curioso. Você só se conhece conhecendo o mundo. Somos um fio nesse imenso tapete cósmico. Mas haja saco!" (Carta a Fernando Sabino, revista pelo Hélio Pellegrino ao fazer 60 anos).
Hélio Pellegrino acerta em cheio na aposta. A menina não consegue mais suportar aquele sol. É uma reles mortal que ainda tem muito que fazer para ser imortalizada num pedaço de ferro. Um dia ela vai poder resistir - como eles - à noite que avança. Fernando Sabino quer um sorriso de despedida.
A menina “vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso”. (A Última Crônica)
Fernando Sabino agradece:
“(...) Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.” (A Última Crônica)
Escrito por Mariana Martins às 13h46
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Taras de biólogos são assassinas...

Escrito por Mariana Martins às 23h57
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Aconteceu há três anos...
Numa aula de catequese, quando lecionava sobre Quaresma, perguntei para as crianças o que elas entendiam dessa palavra. Um catequizando respondeu:
“Quaresma são quarenta dias e quarenta noites... (começou bem, pensei comigo)
... que Jesus ficou pregado na Cruz”
Coitado!!!
De Jesus, não do catequizando.
Escrito por Mariana Martins às 16h28
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Uma apologia ao que deveria ser o poder.
Trechos de uma conversa do Rei Artur com seu soldado Derfel.. Retirados do Livro “O Rei do Inverno” de Bernard Cornwell. As Crônicas de Artur Volume I.
“O serviço de um soldado, Derfel, é lutar batalhas em nome de pessoas que não podem lutar por si mesmas. Aprendi isso na Bretanha. Este mundo miserável é cheio de pessoas fracas, pessoas sem poder, pessoas famintas, pessoas tristes, pessoas doentes, pessoas pobres, e a coisa mais fácil do mundo é desprezar os fracos, especialmente se você é um soldado.
Se é um guerreiro e quer a filha de um homem, simplesmente pega-a; se quer a terra dele, simplesmente mata-o; afinal de contas, você é um soldado e tem uma lança e uma espada, e ele é apenas um homem pobre e fraco com um ancinho quebrado e um boi doente, e o que vai impedir você?
Mas a verdade, Derfel, é que somos soldados porque aquele homem fraco nos torna soldados. Ele planta o grão que nos alimenta, ele curte o couro que nos protege e corta o freixo que faz nossos cabos de lança. Nós lhe devemos nosso serviço.
Há um propósito em todas as coisas, até em ser soldado.
Temos a chance de fazer uma Dumnonia (Reino da Britânia em 480 d.C.) onde possamos servir ao nosso povo. Não podemos lhes dar felicidade, e não sei como garantir uma boa colheita que irá torná-los ricos, mais sei que podemos deixá-los em segurança, e um homem seguro, um homem que sabe que seus filhos vão crescer sem ser levados como escravos e que o dote de sua filha não será arruinado pelo estupro cometido por um soldado, é um homem com mais probabilidade de ser feliz do que um homem que viva sob a ameaça de guerra.
Odeio a guerra. Por acaso sou bom em guerrear, talvez você também seja, e isso só significa que temos de usar essa capacidade com sabedoria.
... não teremos paz enquanto lutarmos entre nós. Não poderemos ter paz se rompermos nossos tratados.”
Escrito por Mariana Martins às 16h26
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Cada coisa que recebo por e-mail...
"O filho pergunta ao pai:
- Pai, Ferrari é um carro vermelho, que tem um cavalinho?
- Exatamente, meu filho, por quê?
- Porque acho que vi um. Acabou de passar pela gente."

Escrito por Mariana Martins às 11h54
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Um “Ctrl Z” na vida.
Eu admirava meu pai concluir todas as partidas de paciência-quatro-naipes. Dia desses fui arrebatada da minha posição de adoradora porque peguei o danadinho usando “Ctrl Z” para retroceder os passos das cartas que ele punha em lugares errados.
No entanto, a habilidade maliciosa do meu saudoso velho só era usada porque o jogo admitia essa façanha dos atalhos do teclado. Esperteza dele.
Pensei comigo que não seria uma má idéia se a vida admitisse usar “Ctrl Z” nas mais simples coisas que fazemos. Não falo de um “Ctrl Z” ilimitado que podemos dar até chegar ao momento em que fomos concebidos. Falo de um atalho de volta que nos permitisse escrever uma vida mais organizada e talvez mais heróica e menos cruel.
Eu explico. Suponha você de frente para uma velhinha sendo assaltada. O ladrão passa correndo na sua frente levando toda a aposentadoria da coitada. Com a possibilidade de usar “Ctrl Z”, você, num ato heróico, podia enfiar na frente do gatuno e tentar pegar a arma para salvar o dinheiro da senhora. Caso você morresse era só aplicar “Ctrl Z”. Num ato de perfeição, você poderia tentar ser herói de novo.
É só um exemplo. Tem causas mais nobres que um mero assalto, para se usar “Ctrl Z”. Como guerras que poderiam ser evitadas se tivessem sido dados “Ctrl Zs” em algumas ofensas. Como acidentes de carro que poderiam não ter acontecido.
O que me leva a escrever esse texto é justamente o último motivo. Uma amiga minha perdeu o pai e o irmão recentemente num acidente de carro. Segundo as notícias, o carro das vítimas não teria culpa nenhuma na imprudência que provocou o acidente. Um “Ctrl Z” teria feito o pai dela tomar a providência de parar alguns minutos antes, para fazer xixi na estrada, por exemplo.
A desgraça de todos nós, é que, ao contrário do jogo paciência que é projetado pessoas falíveis, o jogo da vida é de regras amargas e respeitosamente perfeitas. Salve o meu Deus, o seu Deus, ou a mágica (para os ateus) que rege tudo isso. Não há seres espertos que conseguem burlar a regras da vida. Nem meu pai, meu super-herói, é uma exceção.
Escrito por Mariana Martins às 10h53
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Post atrasado de carnaval do carnaval.
Ladies and gentlemen eu sei que eu atualizo o blog todo o sábado e que sábado de carnaval eu os deixei sós, abandonados, tristes e desesperançados. Eu sei que vocês não conseguem ter uma boa semana sem ler um dos meus textos. Mas, como eu poderia escrever alguma coisa em pleno sábado de carnaval se não fosse sobre o carnaval? E como escrever algo sobre o carnaval sem viver um carnaval?
Acontece que viver um carnaval, não implica em ter condições de detalhá-lo com todas as suas emoções.
Eu poderia narrar do meu carnaval a conversa em inglês que eu tentei ter com um gringo bêbado nas ladeiras de Ouro Preto, mas seria impossível lhes descrever as feições do branquelo querendo aprender sambar comigo.
A minha folia, infelizmente, não conseguirá comover vocês leitores como queria. Isso, porque apesar de ser um ímã para desastres e eventos engraçados, tenho a singela impressão de que não consigo narrá-los com a devida dignidade nesse blog. Males do ofício de blogueira.
Postei para manifestar meu imenso agrado pelo carnaval.
“É uma gente tentando viver a vida da melhor forma possível” e em quatro dias!
Não pense você - quem ficou em casa abundado no sofá da sala vendo reprise de escolas de samba do Rio na Globo - que esteve isento de aproveitar a vida da melhor forma possível. Quer coisa melhor que dormir, comer e ver gente pelada na TV? (Que certa pessoa não me veja escrevendo isso. Ele adora tirar conclusões precipitadas!).
P.S. Se a IG permitir, as atualizações continuam sendo aos sábados e não aos domingos como a operadora fez acontecer nesse final de semana.
Escrito por Mariana Martins às 10h41
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Gay realmente não é isso.
Revista Veja. Número 2045, 30 de janeiro de 2008. “Páginas amarelas”. Pág 15.
Bruno Chateaubriand Diniz Weissmann, de 32 anos, é um gay rico que mora no Rio. Em entrevista a revista Veja dessa semana, ele fala de um problema típico que o preconceito contra gays gera: Impede os casais gays de adotar crianças.
Veja – O que você acha dos atos de afirmação homossexual, como as paradas gay de São Paulo e do Rio?
Bruno – Acho que eles têm dois problemas. O primeiro é que são caricatos: fazem pensar que todo gay é exibicionista e vive em clima de boate. O segundo é que, em matéria de defesa dos direitos dos gays, essas passeatas não funcionam. Pelo contrário: aquelas cenas de homens quase nus se pegando e se beijando em cima de um caminhão podem fazer com que políticos e juízes pensem que somos todos promíscuos ou incapazes de adotar e educar uma criança.
O restante da entrevista você pode acompanhar aqui.
Escrito por Mariana Martins às 20h10
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A culpa é da janela.
Histórias de quem vai tirar carteira. Quem não ouviu ou quem não tem uma história dessas para contar que atire a primeira pedra. É o fulano que atropelou uma velhinha no dia do exame e o cicrano tirou carteira na décima quinta vez.
A maioria das histórias é sobre a prática e a avaliação da direção veicular. Mas eu tenho a minha história e é das aulas de legislação. O instrutor ensinava a teoria fazendo algumas perguntas e dando as respostas para escolhermos as certas. Ele dizia “Rabisque aí” e fazia um gesto meio psicodélico com o dedo indicador. Anormalmente, eu estava prestando atenção na aula desse dia. Aliás, na pergunta estranha desse dia.
“Qual a primeira coisa a fazer se você estiver andando por uma rodovia e avistar no meio da pista um monte de abutres? Letra A, fechar as janelas do automóvel. Letra B, segurar firme o volante e reduzir velocidade. Letra C, ligar para a polícia rodoviária para providenciar que a pista seja limpa. Letra D, buzinar para alertar os carros que estão atrás de você”.
Qualquer pessoa com sã consciência de direção defensiva acharia óbvia a alternativa B como item correto. Lembrando que se quer a PRIMEIRA providência.
Para contrariar eu e talvez todos os motoristas que julgam saber dirigir, a resposta certa é A.
Isso mesmo! Se você ver abutres na estrada a primeira coisa a fazer é fechar as janelas.
A explicação, segundo o instrutor, é que além de você evitar o cheiro fétido da carniça, você evita que um urubu entre pela sua janela, obstrua sua visão, impeça seus movimentos e cause um acidente. Uau!
Eu, na minha lentidão para entender, já fui realizando: ... Mariana dirigindo para a roça do avô, entra um urubu pela sua janela, começa a bater a asas, aquele “vuco vuco” danado, o bicho deixa cair um pedaço de carniça no banco do carro (meu pai me mata!), só vejo um trem preto mexendo, o carro em alta velocidade e “vuco vuco” daqui, “vuco vuco” de lá...
Foi me dando uma vontade de rir quase incontrolável - só contida porque ninguém na sala de aula estava rindo. Aí eu disse para mim mesma: “Mariana nunca se esqueça de fechar a janela!”. De imediato o inconsciente respondeu com uma pergunta: “E se não der tempo de fechar a janela?”. Pra quê... eu desabei a rir e sai da sala para a situação não ficar mais feia do que já estava.
Na verdade, não sou só eu que adquiriu um problema com a janela de carro. Dia desses - um mês atrás mais ou menos – um amigo me ligou contando que não tinha conseguido passar no exame de rua. Eu perguntei o quê que tinha dado errado. Depois de titubear, acabou me contando. Segundo ele, estava chovendo no dia do exame. A janela estava fechada. O avaliador o mandou fazer uma baliza e ele se desesperou para abrir o vidro do carro e dar sinal de braço. Maçaneta manual ainda. O coitado perdeu o controle do carro. O avaliador precisou pisar no freio e terminou por dizer: “Filho, não é necessário dar sinal de braço quando está chovendo”.
Ironia ou não, uns precisam da janela fechada, outros precisam da janela aberta. A janela é realmente um problemão!
Escrito por Mariana Martins às 21h42
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Isso é covardia.
Eu podia apostar com quem quisesse que minha mãe fosse comprar um produto da linha Mon Bijou. Dito e feito.
Mas eu não culpo ela não. Eu comprei um xampu Niely Gold por causa do Richard Gere.
Eeeee... compraria um desodorante AXE se o Ben Affleck viesse junto com o produto. Hihi
“Que cabelo lindo!!!"

“Me aperta, me cheira... me chama de Mon Bijou!”

Para o Ben eu dava casa, comida e roupa lavada.

Benza Deus!!!!!
Escrito por Mariana Martins às 21h46
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